Num destes dias, espreitei a série Heroes durante uns segundos, resultado de mais um deseperado zapping. Fui dar de caras com uma Mia, a de Californication, um verdadeiro turn-on. O turn-off: Hayden Panettiere ou lá como ela se chama. É incrível como se topa a léguas e só com a visualização de uma cena "qeures ser minha room-mate?" que durou segundos o que se pretende daquela dupla. Resultado (futuro):
"Since exactly five people watch Heroes now, NBC made the wise decision to have Hayden Panettiere's character become a lesbian and kiss hot chicks such as Californication's Madeline Zima." - The Superficial
"There’s not much to say about this one, other than the plot does seem super contrived and another pathetic excuse to pump up ratings on an otherwise boring show. I should imagine making an effort and writing a good show would do more for ratings than sloppy faux-lesbian kisses. But what do I know, I just write about this stuff." - Amy Grindhouse
Nunca pensei que uma canção dos BSB me agradasse tanto. Sempre gostei da música desde que foi lançada aqui há uns anitos, mas é que chegou a arrepiar-me a alma quando voltei a ouvi-la hoje de manhã. E isto porquê?, perguntam vocês ou ninguém. Pela letra! Sim senhora, pela letra de uma música dos BSB. Tenho a noção que quem escreve para estas boys-bands é um produtor/songwriter de créditos firmadíssimos, mas still, nunca pensei.
Estamos cá é para isto, para sermos surpreendidos.
"Empty spaces fill me up with holes
...
I tried to go on like I never knew you
I'm awake but my world is half asleep
...
But without you all I'm going to be , incomplete
...
I am swimming in an ocean all alone"
.
Pode ser uma grande lamechice, mas é f*dido quando uma pessoa se revê nas palavras certeiras de outrem. E como diz o outro... "Cartas de amor... quem as não tem?"
.
E como não se arranja uma foto dos moços pouco foleira, queria postar com a dita música mas também não consigo arranjar. F*ck it, vai o vídeo que também serve, com legendas brazucas E bifas, mas era o que tinha o melhor som. É o que se arranja!
Entretanto um deles saiu-se, não foi? Quem? Espero que não tenha sido o tocador de piano, porque parece minimamente talentoso - por tocar piano.
Ora bem, vi ontem o 2º episódio da 6ª série e gostei imenso. A Mia #1 é realmente qualquer coisa de extraordinário. Kirshner é de tal forma boa que até a (horrível) Shane, num tète à tète com Jenny, conseguiu não estragar uma bela cena. Gosto. E a apresentação da hotcollege room mate promete muito. E o apalpar de terreno consequente foi interessante. E aquela Helena não se aguenta de tão gira que é. Não se aguenta.
Num certo programa (Fala Com Elas) de um certo canal (RTPN) se destaca esta figura. E a sua voz também. Alguém acompanha? A alguém lhe desperta determinado radar?
Olha boa. Não sabia desta. Nunca tinha associado a "Bones" à "Eyes" (piada amarela, caso não tenham reparado). Realmente, a genética é uma coisa maravilhosa - para algumas pessoas, para outras é o inferno. Longa vida a esta irmandade! E a outras também - desde que benignas, nem que seja para vista.
Os media estão loucos de felicidade com o caso JAD. Se é verdade que a psicóloga é politicamente olhada de lado por ser tão atraente - ora as mulheres bonitas não têm mais nada a oferecer ao mundo que não seja o seu agradável aspecto exterior -, também é verdade que, desde que me apercebi do seu frente-a-frente num certo canal noticioso, não me importava de a olhar de frente. Nada. E se o facto de ser do FCP é um grandessíssimo turn-off, outra grande verdade é que tal preferência clubística não foi motivo de desencanto ou barreira noutros tempos e noutros terrenos.
E esta foto? Ao melhor estilo faducho, ao melhor nível poético. Não?
E descobri que quem a "descobriu" foi nada mais nada menos que John Lennon. "Life is what happens to you when you're busy making other plans", escreveu o Beatle malogrado..
Podemos planear ou almejar tudo, podemos desejar ou perseguir todos, mas realmente o que fica e o que faz de nós o que somos são as migalhas que nos alimentam pelo caminho, a chuva que nos surpreende na bifurcação, o abrigo que nos espera no repouso. Contra mim escrevo, que vivo à espera do futuro....